domingo, 3 de junho de 2012

Amistosos 2012 – Análise de Brasil 0 x 2 México


Jogando em Dallas, para 84 mil pessoas, o Brasil enfrentou o México, dando continuação à preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. Com o time sub-23, a seleção canarinho enfrentou o time principal mexicano, que se prepara para a disputa das eliminatórias para a Copa de 2014 e perdeu por 2 a 0. O time comandando por Mano Menezes fez um primeiro tempo muito abaixo do esperado e não conseguiu reagir na segunda etapa, não mostrando o que foi visto nas vitórias contra EUA e Dinamarca.

O Brasil foi o primeiro time a balançar as redes, aos 10 minutos de jogo, mas Leandro Damião estava em impedimento, corretamente marcado pela arbitragem. Aos 21 minutos, Giovani dos Santos aproveitou a marcação patética feita por Danilo e foi até a linha de fundo para cruzar, mas a bola pegou efeito e, para o azar brasileiro, foi em direção ao gol, encobrindo Rafael e abrindo o placar para os mexicanos, com um gol sem querer.

Com a vantagem no placar, o México continuou melhor e, aos 32 minutos, ampliou com gol de Chicharito Hernandez, depois de pênalti infantil cometido por Juan em Giovani. O zagueiro recebeu passe curto de Rômulo e foi pressionado pelo mexicano, na ânsia de tomar a bola, Juan acabou dando uma rasteira no adversário. Chicharito bateu e Rafael foi no canto certo, mas não conseguiu pegar a cobrança. 2 a 0 para o México, ainda no primeiro tempo.

O Brasil tentou equilibrar as coisas, passou a ter mais a bola nos pés, mas sem conseguir ser efetivo no ataque, enquanto que o México usava a velocidade de seus atacantes e abusava das falhas de marcação de Danilo, que deixou uma avenida em suas costas o jogo todo. A única chance real criada pelos brasileiros foi em um chute de fora da área de Oscar, aos 41 minutos do primeiro tempo.

Na segunda etapa o jogo continuou o mesmo, com o Brasil tendo a bola por mais tempo, mas com os mexicanos sendo mais objetivos, conseguindo criar boas chances no ataque, mas diferente do primeiro tempo, pararam em Rafael, enquanto os brasileiros pareciam afobados em campo, tentando diminuir o placar.

Poucas chances foram criadas pelo time brasileiro, tirando um chute de Juan defendido por Corona aos 28 minutos e uma furada inacreditável de Pato, dentro da pequena área após cruzamento de Hulk, na cara do goleiro, aos 32 minutos. O Brasil ainda teve um pênalti claríssimo em Oscar cometido por Corona, não marcado pelo árbitro da partida.

Com o final de jogo se aproximando, o Brasil partiu para o tudo ou nada e acabou ficando com a segunda opção. Neymar e Marcelo foram os que mais tentaram, mas sem conseguirem nada. Lucas e Wellington Nem entraram na segunda etapa e não fizeram absolutamente nada. Oscar foi recuado para funcionar como segundo volante e também não conseguiu criar. Com a derrota, o Brasil perdeu uma invencibilidade de 10 partidas, desde quando foi derrotado pela Alemanha, em agosto de 2011.

Em suma, o Brasil jogou muito abaixo do que era esperado, mas vale lembrar sempre que a partida se tratava de um amistoso entre um time principal mexicano e a seleção sub-23 do Brasil. O objetivo era preparar o time para a Olimpíada e isso foi feito, mesmo com a derrota. Deu para se notar quais jogadores estão com vontade de jogar (como Neymar e Marcelo) e alguns que não tem (como Danilo e Damião). O próximo compromisso do Brasil será no dia 9 de junho, às 16h, contra o time principal da Argentina, com Messi, Agüero, Di María e tudo mais, no teste mais difícil para o time olímpico nacional.

Confira as notas dos jogadores brasileiros:

Rafael – 4,0: Falhou no primeiro gol, mas fez boas defesas no segundo tempo.

Danilo – 0,5: A única coisa que o jogador fez corretamente na partida aparentemente foi amarrar a chuteira. Péssimo no apoio e pior ainda na marcação.

Juan – 2,0: Cometeu um pênalti besta.

Thiago Silva – 5,0: Não teve culpa em nenhum dos gols e ainda saiu de campo machucado. Bruno Uvini – 4,0: Não errou e manteve a segurança na zaga, apesar da pouca participação ofensiva do México no segundo tempo.

Marcelo – 5,5: Correu muito, marcou bem e apoiou no ataque.

Sandro – 4,0: Marcou relativamente bem, salvou um lance que poderia ter sido gol do México, mas teve que sair contundido. Lucas – 2,0: Não se encontrou em campo, errando em todas as bolas que recebeu.

Rômulo – 3,5: Deu o passe errado que gerou o pênalti, mas pelo menos se esforçou bastante.

Oscar – 3,5: Ficou preso na marcação e foi prejudicado ao ter que atuar de segundo volante na segunda etapa. Casemiro – Sem nota: Quase não pegou na bola.

Neymar – 5,5: Correu muito, foi para cima da marcação, chamando o jogo para si, mas sem conseguir ser efetivo. Valeu pelo esforço.

Hulk – 3,0: Arriscou alguns chutes, sem sucesso. Wellington Nem – 2,0: Apagado em campo, parecia perdido em campo, sem saber onde ir.

Leandro Damião – 2,0: Ficou preso na marcação e não fez nada para sair dela. Pato – 3,0: Se movimentou bem mais que Damião, mas perdeu um gol feito.

Mano Menezes – 2,5: Não conseguiu fazer o time sair da marcação mexicana, sem encontrar um meio para furar a defesa adversária. As substituição feita não surtiram efeito.

Por João Victor Moretti 

Popó vs Michael Oliveira


A luta tão esperada entre duas gerações distintas do boxe brasileiro nos remete a duas realidades distintas. Antes, afirmo se tratar de uma postagem opinativa e que não visa à informação propriamente dita, mas um comentário sobre o que se pode analisar da luta.

O primeiro comentário é sobre a característica marcante que determina um boxeador campeão, ou ex-campeão. Por mais velho que Popó seja, ficou claro a capacidade que um boxeador deve ter para conquistar o publico. O que garante aplausos a um lutador é sua determinação no combate. Como um caçador que procura a presa a todo tempo, Popó, enfrentando Michael, deu sua aula de boxe. O detalhe é que o baiano esteve longe do seu auge, penso que se Popó estivesse em seu alto nível de outrora à luta não teria durado nem três rounds.  

O segundo comentário é referente ao adversário de Popó. Michael esteve aquém do que a mídia nos informa. Não acho que ele seja a grande promessa do boxe brasileiro, acredito, pelo menos torço muito por isso, haver lutadores que sejam melhores do que Michael seja na técnica e na agressividade. Mas o que chamou a atenção foi que ao final da derrota Michael afirmou ter aprendido um pouco mais de boxe e a importância da humildade. "Sei agora que a humildade leva muito longe".

Em relação a ser humilde, a luta em forma geral carrega consigo outra característica, que também esteve presente neste combate entre Popó e Oliveira: as provocações. Não sou contra, desde que não ultrapasse os limites do bom-senso, o lutador utilizar das provocações para afetar o psicológico de seus adversários. No entanto,  deve ficar claro, pelo menos na hora da luta, que toda aquela provocação tenha servido para alguma coisa. Não adianta nada falar e não fazer, aliás as provocações se voltam contra o lutador e ele é visto como um metido e orgulhoso. Portanto, quando um lutador pensa em utilizar de provocações espera-se no mínimo que ele consiga demonstrar alguma resistência a seu adversário. Para Michael houve sim algumas resistências, no entanto o discurso provocativo deveria ter sido pensado, pois a frente dele estava um experiente e tetra campeão mundial de boxe. Popó, além de experiente, soube também ser provocativo, ensinou a Michael que quando se provoca deve ter capacidade de provar, diferente disso terá que sofrer as consequências de uma derrota que vai além da física.

A luta: Na noite de sábado, dia 2 de junho, a luta ocorreu em  Punta del Este, no Uruguai. Popó subiu ao ringue ciente que aquela luta seria a última de sua carreira. Durante nove rounds Popó provocou três knockdown. Na terceira vez o árbitro preferiu encerrar a luta decretando o nocaute técnico para Popó. Com isso Michael sofreu sua primeira derrota, enquanto Popó garantiu a seu 33° nocaute, diante de 41 lutas.

Por fim, fica o dilema do boxe brasileiro que a cada vez mais perde espaço para o MMA. O Brasil sente falta de lutadores como Éder Jofre e, agora, Popó. Há uma preocupação evidente sobre o futuro do boxe brasileiro e até então não conhecemos lutadores capazes de lutar e conquistar novamente a notoriedade que o boxe merece. Mas, resta-nos a esperança e paciência.

Por Victor Barbosa

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Tabela da Eurocopa 2012

Falta apenas uma semana para o principal torneio continental de seleção do mundo começar. No próximo dia 8, Polônia e Grécia farão o jogo de abertura da Eurocopa 2012 e terá inicio a disputa do importante título europeu. Esta edição será disputada em dois países sede, na Polônia e Ucrânia e a Espanha tentará defender seu título, conquistado em 2008.

Considerada a "Copa do Mundo sem Brasil e Argentina", a Eurocopa tem uma importância monstruosa para os países europeu e definirá como será a preparação das equipes para a Copa do Mundo de 2014. Como de costume, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália, Inglaterra e França são os favoritos ao título, com os quatro primeiros citados sendo as mais fortes equipes do continente.

A Alemanha é a maior vencedora do torneio, tendo três conquistas (1972, 1980 e 1996). Os espanhóis tem dois títulos (1964 e 2008) e são os atuais detentores do troféu, estando empatados no número de conquistas com a França (1984 e 2000).  A Holanda, atual vice-campeã do mundo, tem apenas um título, conquistado em 1988, assim como os italianos (1968). A Euro é disputada de quatro em quatro anos, desde 1960, e teve a União Soviética como primeira campeã.

Confira a tabela da Euro 2012:

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Por João Victor Moretti

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Amistosos 2012: Análise de Brasil 4 x 1 Estados Unidos


Dando continuidade aos amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos de Londres, a seleção brasileira de futebol enfrentou nesta quarta-feira o time principal dos Estados Unidos, em Washington. Desta vez contando com Neymar, Pato e Rafael, o time canarinho fez boa apresentação, vencendo por 4 a 1. Apesar de ter sofrido algum sufoco, o time de Mano Menezes mostrou-se constante.

Os Estados Unidos começaram a partida marcando pressão, mas logo aos 10 minutos de jogo, Leandro Damião dominou na entrada da área e bateu no gol. A bola tocou no braço de Onyewu e o juiz costa-riquenho marcou o pênalti. Neymar cobrou, deslocando Tim Howard para abrir o placar.

Com o gol, o Brasil cresceu na partida e começou a tomar conta do jogo. Aos 17 minutos, Oscar deu grande enfiada de bola para Damião, colocando seu companheiro de Internacional cara-a-cara com o goleiro, mas o camisa nove deu um chute displicente e perdeu grande chance. Aos 24 minutos, Marcelo fez bom cruzamento para a área, para corte de Howard, no rebote Hulk perdeu o gol, chutando para fora com desvio da defesa. No escanteio, Neymar bateu fechado e Thiago Silva se antecipou ao zagueiro e cabeceou firme para marcar o segundo gol brasileiro.

Com dois gols de desvantagem, os EUA tentaram reagir e tiveram um bom chute de Donavan aos 28 minutos de jogo, mas não conseguiam criar jogadas, apesar do toque de bola veloz. O Brasil diminuiu o ritmo e sofreu o castigo aos 44 minutos. Johnson avançou pela esquerda e cruzou, Gomez aproveitou-se da lentidão da defesa e diminuiu o placar para 2 a 1.

No segundo tempo, o Brasil voltou mais atento ao jogo e, logo aos seis minutos, marcou um golaço. Marcelo avançou pela esquerda, tocou para Hulk, que abriu para Neymar. O atacante do Santos invadiu a área, levantou a cabeça e viu Marcelo entrando pelo meio. O camisa 11 só teve o trabalho de rolar para Marcelo marcar. 3 a 1 no placar e muita reclamação dos estadunidenses quanto a posição de Neymar.

O jogo então ficou nervoso e começaram a acontecer entradas mais duras. O ápice foi aos 11 minutos, quando Jones deu um carrinho criminoso por trás de Neymar, em lance claramente para cartão vermelho, mas o árbitro da partida puniu o americano apenas com um amarelo. Então Neymar começou a driblar ainda mais, para provocar os adversários, enquanto que Hulk e Marcelo tratavam de proteger o jovem atacante e até descontar algumas das entradas. Foi ai que Mano ganhou muito credito, ao ir à beira do campo e pedir para seus atletas jogarem na bola e fazerem gols.

Então as coisas começaram a se acalmar e aos 17 minutos os EUA tiveram uma grande chance de marcar, quando Rafael saiu mal em um cruzamento e Rômulo salvou o gol em cima da linha. Este lance deu o encorajamento que faltava aos americanos, que partiram para cima.

Com apenas um bom lance de Pato, que havia acabado de entrar e acertou um bola na trave de Howard após cruzamento de Neymar, o Brasil assistiu aos EUA pressionarem. Aos 31 minutos, Rafael operou um milagre para salvar a meta brasileira, defendendo chutes de Torres e Boyd, ambos com os atacantes cara-a-cara com o gol.

Então os EUA passaram a “chuverar” bolas na área, contando com um desempenho fraquíssimo da defesa brasileira na hora de cortar cruzamentos. Aos 39 minutos, Rafael fez outra boa defesa em cabeçada de Bradley e contou com a sorte no cabeceio de Onyewu que atingiu o travessão. Foram quatro escanteios seguidos em que os americanos ganharam na bola aérea.

Mas sem conseguir marcar, o castigo para os donos da casa veio aos 41 minutos da etapa final. Marcelo acertou cruzamento na medida para Pato, em posição novamente duvidosa, que dominou com categoria e bateu cruzado para marcar o quarto gol brasileiro. O jogo terminou 4 a 1, em boa atuação do Brasil, que agora enfrentará o México, no domingo, às 16 horas.

Confira as notas dos jogares brasileiros:

Rafael – 7,0: Falhou no gol e em mais um lance, mas operou três milagres.

Danilo – 4,0: Apagado em campo, não ajudou o ataque e falhou na defesa.

Thiago Silva – 6,0: Abaixo do que acostumamos a ver, mas marcou um gol.

Juan – 4,0: Errou algumas vezes na cobertura e na bola aérea.

Marcelo – 8,0: Ótima partida do lateral, que compensou algumas bolas lançadas em suas costas com grandes jogadas no ataque. Alex Sandro – Sem nota: Quase não pegou na bola.

Sandro – 5,0: Mais uma vez não apareceu em campo, mas não comprometeu.

Rômulo – 5,0: Errou alguns passes e tiraria uma nota mais baixa, não fosse a bola salva em cima da linha.

Oscar – 7,0: Muito bem no primeiro tempo, caiu no segundo, mas seus passes precisos compensam. Giuliano – Sem nota: Não pegou na bola.

Hulk – 6,0: Jogou abaixo do que mostrou contra a Dinamarca, mas correu e brigou muito. Casemiro – Sem nota: Não pegou na bola.

Neymar – 8,5: Melhor em campo, participou de três gols, mas pecou ao começar passar demais o pé sobre a bola no fim da partida. Lucas – Sem nota: Quase não pegou na bola.

Leandro Damião – 3,5: Perdeu um gol feito e mostrou dificuldade ao dominar a bola e lidar com a defesa. Pato – 6,5: Entrou e fez aquilo que Damião não conseguiu, o gol.

Mano Menezes – 7,0: Viu seu time sofrer pressão, mas montou um ataque muito bom e mostrou grande sensibilidade ao mandar o time parar de arrumar confusão e jogar bola.

Por João Victor Moretti

Schumi Continua Vivo, e Rápido!


O GP de Mônaco pode não ter sido um espetáculo neste ano, mas o sábado em Monte Carlo provou que o heptacampeão mundial Michael Schumacher continua sendo um dos grandes pilotos presentes no grid. A pole marcada por Schumi, mesmo não tendo sido concretizada pela punição que o alemão havia sofrido em Barcelona, mostrou para todos que Schumacher jamais pode ser descartado.

Houve muitas matérias veiculadas por ai (entenda-se Globo e SporTV) dizendo que o alemão estava acabado e que deveria reconsiderar sua aposentadoria, tirando totalmente a Mercedes de Schumacher das equações para a vitória. Mesmo com a pole marcada, Galvão Bueno demorou alguns segundos para se conformar que o alemão que ele tanto critica estava em primeiro.

É obvio que o ano de Michael não é bom. Foram apenas dois pontos em seis corridas, mas é preciso levar em consideração alguns fatores. Das seis corridas deste ano, Schumi apenas completou duas. Dos quatro abandonos, apenas um não foi causado pelo carro. Na Austrália foi a caixa de câmbio quebrou, na China foi um erro da equipe que o deixou sem uma roda, na Espanha houve o acidente com Senna e em Mônaco o carro ficou sem pressão no combustível.

Não seria justo dizer que a culpa pelo desempenho abaixo do esperado é culpa do piloto, visto que o carro não se mantem inteiro. Olhando as posições de largada fica fácil ver que a coisa não está tão ruim assim. apenas no Bahrein Schumacher ficou fora do Q3, isso por um erro de calculo na hora de ir para a pista no Q1, fazendo Schumi largar em 22o. Tirando isso, a pior posição de largada do piloto neste ano foi um oitavo lugar.

Muito se escuta sobre a idade do alemão, que se perde o reflexo aos 43 anos, que ele não devia estar na F1 e coisas do tipo, mas olhando a temporada que Schumacher vem fazendo, é fácil concluir que tudo não passa de falta de sorte. Basta prestar atenção em Rosberg. Ambos tem o mesmo carro, mas Nico não teve quebras em nenhum corrida, por isso está bem no campeonato. Se o carro de Schumacher parar de quebrar, ele terá as mesmas chances que o companheiro de equipe.

E a próxima corrida não poderia ser melhor para mudar a fase de Schumi. No dia 10 de junho a F1 desembarca no circuito Gilles Villeneuve, no Canadá. Lá, Schumacher venceu nada menos que sete vezes, e conquistou seis poles em 17 aparições. Foram apenas dois abandonos e, das 15 corridas completadas, Schumacher chegou apenas uma vezes fora dos dez primeiros e 13 vezes entre os cinco primeiros, inclusive no ano passado.

Caso exista um lugar onde Schumacher possa calar ainda mais a boca dos críticos com um vitória, este local são as ruas de Montreal. Um circuito com curvas de alta e uma grande reta, do jeito que o alemão gosta, sem contar o fato da chuva cair quase todos os anos. Nos dias 9 e 10 de junho, não se importe com o que o narrador narigudo da gloriosa Rede Globo disser, não descarte Schumacher nem da briga pela pole e muito menos pela vitória.

Por João Victor Moretti

domingo, 27 de maio de 2012

Dario Franchitti Conta com a Sorte e Vence as 500 Milhas de Indianápolis


A corrida mais tradicional da América teve hoje um vencedor com sorte. Dario Franchitti largou na 16º posição, recebeu um toque de Viso na primeira parada nos boxes, caindo para a 25ª posição, se recuperou na prova e defendeu um ataque suicida de Takuma Sato na última volta, escapando do carro descontrolado do japonês, para vencer pela terceira vez no templo do automobilismo norte-americano.

Realizada desde 1911, a prova de 2012 teve um ritmo rápido, com poucas bandeiras amarelas a apenas um acidente com mais gravidade, em um toque de Conway com Power. Conway havia atropelado dois mecânicos nos boxes e voltou para a pista desconcentrado, perdendo o controle do carro e levando Power junto.

Entre os brasileiros, Tony Kanaan fez ótimo final de prova e terminou em terceiro, logo atrás dos dois carros da Ganassi, com Franchitti e Dixon. Hélio Castroneves terminou em décimo e Rubens Barrichello em 11º, em uma boa corrida, considerando ser sua primeira vez em Indianápolis. Bia Figueiredo rodou, bateu a traseira do carro e terminou em 23ª, 10 voltas atrás do líder.

Por João Victor Moretti

F1 2012 – Classificação do Campeonato [Etapa 6]


Pilotos
Equipes
Nome
Pontos
Time
Pontos
1
Fernando Alonso
76
1
Red Bull
146
2
Sebastian Vettel
73
2
McLaren
108
3
Mark Webber
73
3
Ferrari
86
4
Lewis Hamilton
63
4
Lotus
86
5
Nico Rosberg
59
5
Mercedes
61
6
Kimi Raikkonen
51
6
Williams
44
7
Jenson Button
45
7
Sauber
41
8
Romain Grosjean
35
8
Force India
28
9
Pastor Maldonado
29
9
Toro Rosso
6
10
Sergio Pérez
22
10
Marussia
-
11
Paul Di Resta
21
11
Caterham
-
12
Kamui Kobayashi
19
12
HRT
-
13
Bruno Senna
15
14
Felipe Massa
10
15
Nico Hulkenberg
7
16
Jean-Éric Vergne
4
17
Daniel Ricciardo
2
18
Michael Schumacher
2
19
Vitaly Petrov
-
20
Heikki Kovalainen
-
21
Charles Pic
-
22
Timo Glock
-
23
Narain Karthikeyan
-
24
Pedro De La Rosa
-